“Dá vontade de amar. De amar de um jeito “certo”, que a gente não tem a menor idéia de qual poderia ser, se é que existe um”.
(Caio F. Abreu)
Recentemente dei para observar as relações alheias. Com o pouco que me contam e com o tanto que eu vejo, cheguei à conclusão que as pessoas não se amam mais. Elas amam estar amando. Consegue perceber a diferença? Os relacionamentos não são mais construídos pela troca, pela compreensão, por ceder um pouquinho aqui e ali, pelo companheirismo. A sensação que eu tenho é que todos precisam manter-se borbulhantes. Necessitam das sensações. Do frio na barriga, do rubor das faces, da eletricidade do toque, dos devaneios que assolam as tardes de calmaria. Há aqueles, inclusive, que não conseguem ficar só. Pode ser qualquer um, contanto que tenha alguma coisa para sentir. É controverso dizer, mas a falta de sentimento anda nos deixando sentimentais demais. O amor? Há tempos se perdeu nas frases dos poetas e cantores. Ficou encantado e démodé.


Acabo de ler pela primeira vez sua mensagem, simplesmente profunda, quanta sensibilidade!!! estou encantada!
Amei seua mensagem, foi a 1° vez q entrei em seu blog e jah deu p perceber o qnto és boa no q escreves, parabens, mto linda sua mensagem!
Manu, como é difícil constatar que isso de fato se perdeu….
LINDO TEXTO!